Cuidadora é filmada furtando R$ 50 mil em joias de idosas

Mulher teria usado o acesso aos quartos para furtar anéis, colares, medalhas e pingentes de ouro; câmeras registraram até tentativa de retirar joia de vítima enquanto ela dormia

Uma cuidadora foi presa preventivamente pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) suspeita de furtar aproximadamente R$ 50 mil em joias de idosas que viviam em uma instituição de acolhimento na Asa Norte, em Brasília. As ações foram registradas por câmeras de segurança e teriam ocorrido entre abril e junho deste ano.

A prisão ocorreu nesta quarta-feira (26/8), durante uma operação da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Segundo as investigações, a suspeita teria se aproveitado da confiança das vítimas e do livre acesso aos quartos para retirar objetos de valor.

Ao menos cinco idosas são apontadas como vítimas. Entre os itens levados estão anéis, colares, medalhas e pingentes de ouro.

Câmeras registraram furtos dentro dos quartos

As imagens do circuito interno de segurança foram fundamentais para a investigação. Em um dos vídeos, a cuidadora aparece aparentemente ajudando uma idosa a retirar um colar de ouro.

Logo depois, segundo a polícia, ela esconde o objeto na própria mão e deixa o quarto.

Em outro episódio, uma das residentes teria acordado enquanto a cuidadora tentava retirar um anel de seu dedo. O monitoramento confirmou que a mulher teria se aproximado da vítima enquanto ela estava dormindo.

A polícia investiga se outros furtos podem ter ocorrido na instituição.

Cuidadora já cumpria prisão domiciliar

Além da prisão preventiva, a Justiça autorizou uma operação de busca e apreensão na residência da investigada, localizada em Valparaíso de Goiás (GO).

A medida tem como objetivo localizar as joias que ainda possam estar em posse da suspeita e identificar possíveis outras vítimas.

De acordo com a PCDF, a mulher já cumpria prisão domiciliar por causa de uma condenação definitiva por tráfico interestadual de drogas.

O novo caso segue em investigação. A polícia trabalha para determinar o número total de vítimas, recuperar os bens furtados e esclarecer toda a extensão dos prejuízos causados às idosas.

Com informações de Metrópoles

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