O que se sabe do desaparecimento de três jovens na Bahia?

O que se sabe do desaparecimento de três jovens na Bahia? Fotos: g1

O desaparecimento de três jovens na cidade de Anguera, a 40 km de Feira de Santana, completou uma semana, na segunda-feira (13), cercado pelo mistério sobre o paradeiro delas e preocupação dos familiares.

Inicialmente, a Polícia Civil (PC) registrou o caso como desaparecimento, mas passou a apurar como sequestro no final da última semana, diante do avanço das investigações.

As vítimas são Letícia Araújo Rodrigues, de 22 anos, Carol Ferreira Rodrigues, de 21, e Rafaela Carvalho Silva, de 15. As três são amigas e moram na cidade.

As jovens foram vistas pela última vez no dia 6 de outubro, após informarem que iriam buscar roupas na zona rural do município. Elas saíram praticamente no mesmo horário, segundo informou a polícia.

Conforme relatos de familiares, as peças são de Letícia, que tinha voltado a morar com a mãe recentemente, após terminar um relacionamento de um ano.

Ao longo das investigações, algumas pessoas já foram ouvidas, inclusive suspeitos e familiares das jovens. Atrelado a isso, buscas são realizadas todos os dias em áreas de mata da região.

Até a última atualização desta reportagem, três suspeitos de participação no sequestro tinham sido apresentados pela PC. Dois deles foram presos no dia 9 de outubro.

Com a dupla, segundo divulgou a polícia, foi encontrado o celular de uma das jovens, que estava quebrado, além de roupas queimadas e sandálias femininas.

Uma das peças de roupa também apresentava manchas compatíveis com sangue. No entanto, não se sabe ainda a quem o material pertence.

Os homens, que não tiveram os nomes divulgados, foram autuados em flagrante por participação no crime de sequestro e foram levados para a delegacia da cidade, onde já eram investigados por envolvimento com tráfico de drogas.

A terceira pessoa suspeita do crime foi localizada na segunda-feira, também em Anguera. Segundo a polícia, foram identificados elementos que apontam a participação dela no crime. No entanto, os detalhes não foram divulgados.

Por causa desses detalhes, a mulher, que não teve o nome divulgado, teve um mandado de prisão cumprido. Ela foi levada para a delegacia da cidade e deve passar por audiência de custódia nos próximos dias.

Fonte: g1

Veja também: Morre mulher que comeu ‘falsa couve’ em MG

A mulher que comeu a planta tóxica conhecida como “falsa couve” morreu na segunda-feira (13). Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, estava internada em Patrocínio, no Alto Paranaíba, desde 8 de outubro e o estado de saúde dela piorou no domingo (12), por lesão grave no cérebro.

O que se sabe do desaparecimento de três jovens na Bahia?

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