Mulheres fotografaram assassino de Catarina Kasten em trilha e ajudaram a identificar autor

Mulheres fotografaram assassino de Catarina Kasten em trilha e ajudaram a identificar autor Foto: g1

A investigação sobre a morte de Catarina Kasten, de 31 anos, na trilha do Matadeiro, em Florianópolisreuniu imagens e provas que levaram à identificação do autor. Entre os relatos há o de duas mulheres turistas que tiravam fotos na região e foram surpreendidas pelo homem que olhava para dentro da mata.

O boletim de ocorrência ao qual a NSC TV teve acesso detalha que elas fotografaram o homem e as imagens ajudaram a confirmar que se tratava de Giovane Correa Mayer. Ele foi preso ainda na manhã de sexta-feira (21), dia do crime, e confessou. O flagrante foi convertido em prisão preventiva.

Catarina morava na região e foi morta quando ia para uma aula de natação no início da manhã. Um vídeo chegou a mostrar o autor correndo pela areia da praia após Catarina passar pelo mesmo local.

Conforme o boletim de ocorrência, além das duas mulheres, a polícia analisou imagens de câmera e conversou com moradores e pessoas que passaram na região.

Na delegacia, o homem preso disse que asfixiou a jovem com um cadarço e a violentou sexualmente.

O laudo divulgado pela Polícia Científica, ao qual a NSC TV teve acesso nessa segunda-feira (24), confirmou que Catarina morreu devido à asfixia por estrangulamento e apontou indícios de que ela foi vítima de agressão sexual.

O preso é natural de Viamão, no Rio Grande do Sul, e mora na região desde 2019 com familiares. Segundo a Polícia Militar, ele costumava passar pela trilha. Na sexta-feira, ele afirmou voltar de uma festa onde havia ingerido bebida alcoólica.

defesa do investigado é feita pela Defensoria Pública. Em nota, o órgão disse que garante atendimento jurídico integral e gratuito a todas as pessoas que não possuem advogado constituído.

“A missão constitucional da Defensoria Pública é garantir atendimento jurídico integral e gratuito a todas as pessoas em situação de vulnerabilidade. Entre esse público, incluem-se todas as mulheres vítimas de violência de gênero, bem como qualquer pessoa acusada da prática de crime que não possua advogado constituído”.

“Durante as audiências de apresentação, toda pessoa conduzida ao cárcere recebe atendimento da Defensoria Pública, assegurando o respeito aos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”.

Fonte: g1


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