O exército de Israel afirmou neste sábado (4) que continuava sua ofensiva na Cidade de Gaza. Os ataques contradizem a afirmação feita na véspera pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e acontecem mesmo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter pedido um cessar-fogo na região.
O porta-voz das Forças Armadas de Israel (IDF), Coronel Avichay Adraee, afirmou que o exército continua a operar na cidade e que “retornar a ela é extremamente perigoso”.
“Para sua segurança, evite retornar para o norte ou se aproximar de áreas de atividade das tropas da IDF em qualquer lugar — inclusive no sul da Faixa de Gaza”, disse em um canal no X.
A defesa também alegou que documentos de Pedro teriam sido recolhidos pela esposa do major e nunca devolvidos.
Questionada sobre o motivo de Pedro portar uma faca, a advogada afirmou que o militar carregava um canivete por ser integrante da equipe de salvamento da Aeronáutica. “Se precisar cortar um cinto de segurança, ele está preparado. Além disso, tem uma filha pequena, e pode ser necessário usá-lo em situações simples, como cortar uma fruta”, disse.
Na véspera, Netanyahu afirmou que Israel estava se preparando para a “implementação imediata” da primeira fase do plano de paz na Faixa de Gaza, elaborado pelos EUA.
O governo israelense disse, ainda, que continuará trabalhando em cooperação com os norte-americanos para terminar a guerra de acordo “com os princípios estabelecidos por Israel, que são consistentes com a visão do presidente Trump”.
A defesa do sargento da FAB afirmou que Pedro foi impedido de prestar depoimento à polícia, mas Zapponi conseguiu que ele fosse ouvido depois, já preso.
Fonte: g1


