Um guarda municipal identificado como Izamor foi assassinado a tiros dentro de sua própria residência na noite de sexta-feira (24), em Breves, município no Arquipélago do Marajó, no Pará. A execução, que chocou a vizinhança, foi registrada pela Polícia Militar (PM) como um crime premeditado, com indícios de queima de arquivo ou retaliação, embora as motivações ainda sejam investigadas.
De acordo com o boletim da PM, dois homens em uma motocicleta rondaram a casa da vítima antes de invadirem o imóvel, simulando um assalto. Armados, eles ordenaram que uma criança, que estava próxima ao guarda, se afastasse, e em seguida dispararam pelo menos seis tiros contra Izamor, concentrados na região da cabeça. A brutalidade do ataque – descrito como “a sangue frio” pelas autoridades – sugere que o objetivo era unicamente a morte do agente, já que os suspeitos fugiram sem levar qualquer pertence ou valor da residência.
Um dos criminosos usava uma balaclava para ocultar o rosto, dificultando a identificação. Izamor, que foi atingido fatalmente, ainda foi socorrido por vizinhos e levado ao Hospital Municipal de Breves, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. A PM confirmou que o homicídio ocorreu por volta das 23h, em um bairro residencial tranquilo, o que ampliou o sentimento de insegurança entre os moradores.
Operação Alcatraz: caçada aos assassinos
Em resposta imediata, a Polícia Militar deflagrou a Operação Alcatraz na madrugada de sábado, com foco na localização e prisão da dupla. Agentes realizam buscas em áreas rurais e urbanas de Breves e municípios vizinhos do Marajó, com apoio de drones e barreiras em estradas. Até o momento, os suspeitos não foram identificados nem capturados, mas a PM divulga que imagens de câmeras de segurança próximas podem auxiliar nas investigações.
Informações que ajudem na apuração podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia (181), com garantia de sigilo absoluto.
O assassinato de Izamor expõe a vulnerabilidade de agentes de segurança pública no interior do Pará, onde execuções de policiais e guardas municipais têm crescido nos últimos anos. As investigações prosseguem sob sigilo, com a expectativa de avanços nos próximos dias.
Fonte: Ver-o-Fato
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Será mesmo que dá pra viver até os 180 anos? Dave Asprey acredita que sim — e jura estar no caminho para isso. Aos 51 anos, o americano se apresenta ao mundo como um “biohacker”, uma espécie de alquimista moderno que mistura ciência, tecnologia e autoconfiança para tentar reescrever as regras do envelhecimento. Sua missão é audaciosa: enganar o tempo. E, para tanto, ele se submete a experiências que soam como ficção científica — ou, dependendo do olhar, como puro delírio de grandeza com bom humor e ironia.
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