Em troca de mensagem, irmã de serial killer de Guarulhos chegou a mencionar o valor mínimo de R$ 4 mil para cada encomenda de homicídio.
O inquérito policial que investiga a série de homicídios por envenenamento ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro revelou grau de frieza e planejamento que chamou a atenção das autoridades.
Investigação do 1º DP de Guarulhos, na Grande São Paulo, mostra que as irmãs gêmeas Ana Paula Veloso Fernandes e Roberta Cristina Veloso Fernandes, de 35 anos, pretendiam operar esquema de morte por encomenda, chegando a estipular valor mínimo para a execução dos crimes.
As apurações da Polícia Civil de São Paulo apontam que Ana Paula, que se identificava como enfermeira, e a irmã, Roberta, utilizavam um sistema de codificação e consultoria para planejar assassinatos – ao menos quatro já foram constatados.
As conversas por mensagens entre Ana Paula e Roberta Cristina revelaram planejamento prévio, divisão de tarefas e discussões explícitas sobre pagamento. Para se referirem aos homicídios, elas empregavam um “código”: chamavam a execução da morte de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).


