Uma foto simples, tirada no meio da estrada, acabou se transformando em despedida. Poucas horas antes de morrer em um acidente de carro no Espírito Santo, a engenheira Mariani Gambarini Vassoler, de 31 anos, registrou um momento ao lado do cachorro, Chopp, durante a viagem de volta para casa. O clique, feito no Santuário de Aparecida, em São Paulo, foi o último em vida.
Mariani havia saído de Ribeirão Preto com destino ao litoral capixaba, onde passaria o Natal com a família. No caminho, decidiu parar no santuário e fotografar o companheiro de quatro patas, que a acompanhava na viagem. Segundo familiares, ela estava animada com o reencontro e compartilhava o trajeto com parentes, que acompanhavam seu deslocamento.
Na noite de sexta-feira, 19, na Rodovia ES-297, em Mimoso do Sul, o carro que ela dirigia colidiu lateralmente com um caminhão após a engenheira perder o controle da direção. Mariani não resistiu aos ferimentos. Chopp sobreviveu ao acidente e permaneceu ao lado dela até a chegada do socorro, segundo relato da família.
O cachorro foi resgatado pelos familiares e está bem, sob os cuidados da mãe da engenheira.
A Polícia Civil do Espírito Santo ouviu o motorista do caminhão, que foi liberado após prestar depoimento. Ele permaneceu no local, realizou o teste do bafômetro, que deu negativo, e prestou socorro à vítima. As circunstâncias do acidente seguem sob investigação.
Fonte: Terra
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Criminosos invadem os dados com ferramenta de “pareamento fantasma”.
Uma nova modalidade de fraude digital atinge usuários do WhatsApp sem precisar de invasões complexas. O golpe explora o sistema de dispositivos conectados da própria plataforma para assumir o controle das contas.
A empresa de segurança Gen Digital identificou uma campanha criminosa batizada de GhostPairing. Embora tenha começado na República Tcheca, especialistas alertam que o método pode se espalhar rapidamente pelo mundo.
O ataque começa com uma mensagem simples de um contato conhecido da vítima. O texto contém um link que parece levar a uma foto ou conteúdo pessoal.
Os criminosos incluem uma prévia que imita publicações do Facebook para aumentar a credibilidade.
O processo de enganação
Quando a vítima clica no link, é direcionada para uma página falsa hospedada em domínios muito parecidos com os oficiais. A página exibe um aviso de que é preciso verificar a identidade para ver o conteúdo.
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