A adolescente Nathaly Rodrigues do Nascimento, de 17 anos, que morreu após levar um choque na região central de Goiânia durante a chuva, saia de casa de madrugada para trabalhar e estudava a noite, de acordo com familiares.
Familiares disseram que a jovem saía de casa para o trabalho por volta das 4h30 e voltava de ônibus direto para o colégio. Nathaly morava e estudava em Bonfinópolis na Região Metropolitana e tinha um emprego na capital.
A família afirma que ela era muito esforçada e fazia o trajeto de 38 quilômetros entre as duas cidades de segunda a sexta. O acidente aconteceu durantes as fortes chuvas que caíram em Goiânia no fim da tarde de terça-feira (23).
“Ela queria estudar para ser alguém na vida. Nunca vi ela faltar nenhum dia de trabalho”, disse Eduardo Henrique, primo da Nathaly.
De acordo com a Polícia Militar, a jovem trabalhava em uma papelaria e havia saído do trabalho para ir ao colégio, onde faria uma prova.
Sandra Gouveia, diretora do colégio da jovem, disse que a menina era educada e dedicada. “Ela já deixava o material na escola. Nem passava em casa quando voltava do trabalho. Uma perda irreparável”, afirmou.
Em entrevista à TV Anhanguera, Rejaine Rosa de Oliveira, que presenciou a cena, contou que, durante as fortes chuvas, dois fios de eletricidade se romperam. Quando a jovem atravessava a rua, acabou levando o choque fatal.
“O acidente foi às 17h37. Eram sete e pouco e ainda saíam faíscas de eletricidade no asfalto. Uma tragédia. Estamos todos correndo esse risco”, disse Rejaine.
A Polícia Militar informou que, quando as equipes chegaram ao local, os cabos de energia ainda estavam ligados.
O velório da jovem ocorreu em Bonfinópolis na quarta-feira (24). Amigos e familiares de Nathaly estiveram presentes com cartazes pedindo justiça para a adolescente.
Fonte: g1
A influenciadora Clara Maia transformou a dor em gesto solidário após a morte do filho Túlio, que não resistiu a um parto emergencial de 27 semanas no último domingo (21/9). Na terça-feira (23/9), ela revelou nas redes sociais que doou leite materno para a UTI neonatal onde outros recém-nascidos, como o irmão gêmeo Theo, lutam pela sobrevivência.
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