As vítimas fatais foram identificadas como Alicia da Silva Pereira e o filho dela, Enzo Luiz, de apenas 1 ano de idade.
Apesar das campanhas de conscientização e da legislação rigorosa, dirigir sob efeito de álcool continua sendo uma das principais causas de acidentes fatais nas rodovias brasileiras. O consumo de bebida alcoólica compromete os reflexos, o tempo de reação do motorista, colocando em risco não apenas sua própria vida, mas também a de passageiros e outros condutores das vias. No último domingo, essa imprudência resultou em mais uma tragédia nas estradas.
Um grave acidente registrado na tarde de domingo (17), na rodovia Transamazônica (BR-230), no município de Placas, no oeste do Pará, deixou duas pessoas mortas e quatro feridas.
Segundo informações de testemunhas, uma caminhonete seguia pela rodovia quando o motorista perdeu o controle da direção e o veículo caiu em uma ribanceira.
As vítimas fatais foram identificadas como Alicia da Silva Pereira e o filho dela, Enzo Luiz, de apenas 1 ano de idade. Ambos estavam no banco de trás do carro e foram retirados por populares que tentaram socorrê-los, mas infelizmente não resistiram aos ferimentos.
Adolescente que morreu após ‘lutinha’ não gostava da brincadeira, diz amigo
O adolescente de 14 anos que morreu após participar de uma “lutinha” em Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia, não gostava dessa brincadeira. A informação foi dita por um amigo da vítima em entrevista para a TV Anhanguera. Carlos Emanuel Milhomem Soares sofreu um golpe no abdômen, passou mal e foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
De acordo com o amigo da vítima, outro jovem que não foi identificado, Carlos Emanuel aceitou participar da brincadeira porque “estavam colocando pilha nele”.
“Ele nem gostava de brincar disso. […] Estavam colocando pilha nele, aí entrou no psicológico dele e ele foi, porque tinha muita gente chamando ele pra ir”, disse o jovem.
O adolescente morreu neste domingo (2), após a “brincadeira” na praça do Residencial Triunfo II, segundo o delegado Miguel Mota. O jovem de 16 anos com quem Emanuel “lutava” foi levado à delegacia e prestou depoimento.
“O delegado plantonista lavrou um boletim de ocorrência circunstanciado de homicídio culposo. O adolescente infrator responderá por isso no judiciário”, explicou o investigador.
Outros três jovens foram autuados por terem incentivado a briga. Ao g1, o delegado informou que todos os três maiores de idade foram soltos pelo Poder Judiciário e devem responder por corrupção de menor e incitação à violência.
Em depoimento, os suspeitos alegaram que a “luta” era uma brincadeira. Os nomes deles não foram divulgados, portanto, o g1 não conseguiu localizar as defesas para um posicionamento.


