Presa mãe que matou filha de 2 anos envenenada

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Mulher de 29 anos estava foragida desde a conclusão do inquérito que apontou envenenamento como causa da morte da criança

Uma mulher de 29 anos, suspeita de envenenar e matar a própria filha, de apenas 2 anos, foi presa na noite de quinta-feira (7), em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A suspeita estava foragida desde que a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte da criança, ocorrida em janeiro de 2024. Exames realizados após a exumação do corpo apontaram que a menina morreu em decorrência de envenenamento.

No momento da prisão, a mulher estava acompanhada de outro filho, de 1 ano de idade. Segundo a Polícia Militar, ela passou por diversos bairros de Vespasiano e também de Belo Horizonte desde a expedição do mandado de prisão.

Avó se recusou a ficar com a criança

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais tentaram contato com a mãe da suspeita para que ela assumisse os cuidados do bebê de 1 ano. No entanto, a avó se recusou, alegando que já é responsável por outro filho da mulher e que possui desentendimentos com a filha.

Entenda como a criança morreu

Na época do caso, a mãe relatou à polícia que a filha teria acordado durante a madrugada dizendo que o irmão estava brigando com ela. Segundo a suspeita, ela pediu para que os dois parassem e voltou a colocá-los para dormir.

Na manhã seguinte, a mulher afirmou ter encontrado a menina com o corpo frio, secreções na boca e mãos e pés retorcidos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte da criança ainda no local. A médica responsável pelo atendimento informou à Polícia Militar que o óbito não apresentava características de morte natural, o que levou ao início das investigações.

Exames confirmaram envenenamento

Após a exumação do corpo, laudos periciais indicaram que a criança foi vítima de envenenamento. Com a conclusão do inquérito, a Justiça expediu um mandado de prisão contra a mãe.

Durante a abordagem, a suspeita afirmou que tinha conhecimento das investigações, mas negou qualquer participação no crime.

Caso segue sob investigação

A mulher foi encaminhada às autoridades e permanece à disposição da Justiça. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.

Com informações de Metrópoles

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