Uma onça atacou ferozmente o cacique Jamil, de 43 anos, durante a manhã desta quarta-feira, 20, na Comunidade Indígena do rio Tumiã, zona rural do município de Lábrea, distante 714 quilômetros de Manaus.
Imagens de vídeo divulgadas no começo da tarde desta quarta-feira, 20, mostram o atendimento de urgência feito por uma Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena, antes dele ser colocado em um helicóptero e levado para o Hospital Regional de Lábrea.
De acordo com informações preliminares o cacique e um grupo de indígenas, estavam na área de mata, quando o felino o atacou, com fortes mordidas na cabeça.
As imagens mostram os profundos golpes na cabeça de Jamil, que apesar dos ferimentos sobreviveu ao ataque da onça e seu estado de saúde passou a ser acompanhado por uma equipe médica do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do rio Purus.
A última informação repassada no final da tarde pela Casa de Apoio de Saúde Indígena de Lábrea, é que o Cacique Jamil, já estava com o quadro de saúde estabilizado.
Ainda não há previsão de alta, de acordo com o grupo indígena, entre eles vários familiares do cacique, que estavam com ele no momento do ataque da onça, armados com terçados e lanças usadas na segurança de todos durante as caçadas, conseguiram afugentar o animal.
Fonte: Portal Zacarias
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Tubarão alaranjado é registrado pela primeira vez e estudado por pesquisadores
Trata-se apenas de um caso isolado ou de uma característica que pode estar surgindo na população de tubarões-lixa da região?
Um registro inusitado nas águas cristalinas da Costa Rica tem despertado a atenção da comunidade científica internacional: um tubarão-lixa (Ginglymostoma cirratum) de pele alaranjada intensa e olhos completamente brancos foi fotografado por pescadores locais e, agora, estudado por pesquisadores do Brasil. O caso também foi publicado pelo jornal O Globo, destacando a raridade da descoberta.
O animal, com cerca de dois metros de comprimento, foi flagrado durante uma pescaria esportiva próxima ao Parque Nacional Tortuguero no ano passado. As imagens, divulgadas inicialmente no Facebook por pescadores do grupo Parismina Domus Dei, viralizaram rapidamente, mas só ganharam respostas científicas após a publicação de um estudo na revista Springer Nature, no início de agosto.
A pesquisa contou com a participação da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), da Universidade Nacional Experimental Rómulo Gallego, na Venezuela, e do Centro de Resgate de Espécies Marinhas Ameaçadas de Extinção, na Costa Rica.
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