Os autores ainda alegaram ter havido negligência no caso. Isso porque a criança teria sido levado para um hospital na cidade no interior, e não na capital, por decisão de funcionários de Amado Batista. Segundo os pais, a unidade de saúde ficava cerca de 15km da fazenda.
A história fica nebulosa, já que o hospital mais esquipado e com melhores recursos era perto da propriedade e poderia ter salvado a vida do menor.
O casal afirmou, ainda, só ter voltado ao emprego pois dependiam dele para sobreviver e reclamaram da ausência de acompanhamento psicológico, bem como da postura relapsa e fria do cantor.
Amado Batista também teria dado uma festa na fazenda pouco tempo após a morte da criança, regada a bebidas alcoólicas e som alto. Segundo os autores, a atitude do artista demonstrou total desrespeito com seu luto.
Nos documentos do processo consta ainda que Tatiane e Jorlan foram dispensados de forma inesperada. O motivo teria sido uma suposta má higiene no cuidado de alimentos. As alegações foram negadas por Tatiane, responsável pelo preparo das refeições.
Diante de todas as graves acusações, a família resolveu ajuizar uma ação contra o artista.
No processo, uma pensão mensal foi solicitada de acordo com a perspectiva de idade que seria alcançada pelo menor falecido. Jorlan e Tatiane permitiram que, caso Amado Batista prefira, a pensão seja substituída pelo pagamento único e direto de R$ 450 mil. Por danos morais, os ex-caseiros pediram uma indenização de R$ 500 mil.
No total, a ação chegou a R$ 950 mil. Apesar do processo, Tatiane Francisca e Jorlan Barbosa frisaram que dinheiro algum seria capaz de reparar sua dor ou trazer de volta o filho.
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