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Quilo do feijão já subiu mais de 100%

Em Belém, quilo do feijão já subiu mais de 100% (Foto: Mauro Ângelo)

Inseparáveis na mesa do brasileiro, o feijão e arroz, definitivamente, estão encerrando o ano como os principais vilões da cesta básica. No Pará, a situação não é diferente e os produtos “inseparáveis”, hoje, praticamente viraram artigos de luxo. O quilo do feijão, que no fim do ano passado custava, em média, R$ 4,46 nos supermercados de Belém, em outubro deste ano era comercializado a R$ 9,46. Com um adendo: o quilo do feijão chegou a ser comercializado, em 2016, em até R$ 15, e nos últimos 4 meses vem mantendo um período de quedas.

O reajuste acumulado ao longo do ano é recorde, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA): 112%, contra uma inflação calculada em 6,36% nos 10 primeiros meses do ano. Na cesta básica, a previsão de gasto mensal do trabalhador paraense apenas com o feijão é de 4,5 quilos, com gasto em outubro que beirou R$ 42, com um impacto em relação ao salário mínimo de 5,26%. Em dezembro do ano passado, vale lembrar, as despesas com ele chegaram a R$ 20.

As sucessivas altas, principalmente no primeiro semestre de 2016, mudaram os hábitos dos consumidores, que optaram por outros tipos de feijão, mais em conta. O campeão na preferência foi o preto, usado tradicionalmente no preparo de feijoadas. Por ser mais em conta, as vendas dispararam, deixando o “Carioca” e “Carioquinha” em último plano.

VEM MAIS AUMENTO!

Já o arroz também acumulou alta considerável entre janeiro e outubro deste ano: 17,65%. Em janeiro, o arroz tipo 2, por exemplo, era comercializado em média, nos supermercados da capital, a R$ 2,41. Em outubro bateu em R$ 2,80. Considerando o consumo médio por trabalhador de 3,60 quilos de arroz, R$ 10. E para este mês de novembro, o Dieese estima que a tendência ainda é de alta na maioria dos produtos da cesta básica dos paraenses.

CUSTO DE VIDA DO PARÁ É UM DOS MAIS ALTOS

– O custo de vida dos paraenses continua entre os mais altos do País, em grande parte puxado pelos absurdos aumentos no preço da alimentação básica. A cesta básica dos paraenses custou no mês passado R$ 425,03 comprometendo na sua aquisição mais da metade do salário mínimo de R$ 880,00 em vigor desde janeiro
deste ano.

– As causas apontadas para que o povo paraense continue a pagar valores tão elevados pelo consumo da alimentação são várias, entre elas fatores ligados a sazonalidades e à grande importação de alimentos de outros Estados.

– Segundo os novos estudos do Dieese/PA, somente nos primeiros 10 meses de 2016, a cesta básica dos paraenses composta de 12 produtos teve uma alta acumulada de preço de quase 21%, entretanto o preço do feijão e do arroz tiveram altas bem maiores e superiores a inflação no mesmo período.

Fonte: DOL

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