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Preço da farinha sobe quase 63% em oito meses

Preço da farinha sobe quase 63% em oito mesesO preço da cesta básica no Pará continua entre os mais elevados do Brasil, o que compromete R$ 421,33 dos R$ 880,00 do salário mínimo para que as famílias de baixa renda tenham o mínimo necessário para sua alimentação. Além do feijão, açúcar, café e arroz, o preço da farinha de mandioca está bastante pesado. A alta nos últimos oito meses, isto é, de janeiro a agosto passado, alcança quase 63%, ao passo que a inflação calculada para o período não passou dos 6%, segundo estudo divulgado ontem pelo Departamento Intersinsical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese/PA).

Segundo o órgão, no ano passado, o preço da farinha teve um certo equilíbrio, porém, neste ano, voltou a subir desordenadamente nas feiras livres e supermercados. No final do ano passado (dezembro/2015), o quilo da farinha de mandioca foi comercializado em média em feiras e supermercados da capital a R$ 4,37. No início deste ano (janeiro/2016), o quilo já custava em média a R$ 5,43; em fevereiro, R$ 6,58; em março, R$ 6,89; em abril, R$ 7,03; em maio, R$ 7,05; em junho, R$ 7,09; em julho, R$ 7,10, e  no mês passado, foi comercializado em média a R$ 7,11. Com isso, segundo o Dieese/PA, o quilo da farinha de mandioca vendida em feiras e supermercados, apresentou alta, em agosto, de 0,14% em relação a julho, mas o reajuste acumulado em 2016 (janeiro a agosto) é recorde, alcançando quase 63%, contra uma inflação medida pelo INPC/IBGE para o mesmo período de 6,09%.

Para o economista Roberto Sena, supervisor técnico do Dieese/PA, “o mais conflitante desta situação de aumento de preços do quilo da farinha no Pará, é que o mesmo ocorre em um Estado que é o maior produtor de mandioca do pais. As causas destes aumentos no preço da farinha e de outros produtos básicos da mesa dos paraenses são muitas e passam por uma série de fatores estruturais dentro da cadeia produtiva até a comercialização”. A maior quantidade da farinha de mandioca consumida em Belém procede de municípios próximos como Castanhal, Capanema e Bonito. Entretanto, mais da metade da produção é artesanal.

Este fato, segundo Sena, aliado à produção e ao escoamento da farinha do produtor ao consumidor (sua comercialização é recheada de atravessadores), faz com que o consumidor paraense continue a ser penalizado por reajustes acima da inflação, como aconteceu nos primeiros oito meses deste ano.

Fonte: ORM/News

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