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Policia conclui que menino morto em escola foi agredido

Policia conclui que menino morto em escola foi agredido

A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou a morte do menino Eduardo de Souza Cordeiro, de 12 anos. O relatório, com base em depoimentos e perícias como o laudo de necropsia e a reconstituição do crime, conclui que a criança foi vítima de agressão e queda. O crime aconteceu no pátio da Escola Estadual Santo Afonso, na Rodovia Arthur Bernardes, no bairro do Telégrafo, no dia 31 de agosto, onde a criança cursava o 6º ano.

O inquérito foi encaminhado à Justiça na segunda-feira (31/10), mas a informação foi divulgada nesta terça-feira (1º). A delegada da DATA (Divisão de Atendimento ao Adolescente), onde o caso estava sendo investigado, Adriana Magno, concluiu, com base nas investigações que houve a agressão ao menor e a queda, mas não foi possível precisar se a queda foi acidental. Com isso não foi possível precisar a sequência do ato, se houve primeiro a agressão e depois a queda ou o contrário.

Na conclusão foram apontados dois adolescentes como suspeitos de participação nas agressões.  A policial não deu mais detalhes sobre o inquérito.

Caso– Eduardo de Souza Cordeiro, de 12 anos, morreu no Pronto Socorro Municipal da 14 de Março, em Belém, após dar entrada no local com vários sinais de espancamento pelo corpo, no dia 31 de agosto. Segundo uma prima da vítima, ele teria sido espancado dentro da escola.

De acordo com informações de Natália Leal, prima da vítima, a avó do estudante foi avisada por um vizinho de que ele estava ferido na direção da escola. Os tios do estudante e a avó receberam uma ligação da direção do estabelecimento informando sobre o ocorrido e foram até o local. “Quando minha avó e meus tios chegaram lá, o Eduardo estava todo ferido, todo machucado, sujo de areia, e não fala nada. Estava muito assustado’, explicou. Ainda de acordo com Natália, a família não recebeu nenhuma explicação da direção da escola sobre as agressões. Já em casa, Eduardo começou a passar mal e sentir fortes dores no corpo, foi quando os tios o levaram para o Pronto Socorro da 14 de Março no início da noite. Por lá ele passou por exames e teve que ser operado com urgência, pois estava com hemorragia interna e um coágulo na cabeça. Após a operação, o estudante não resistiu e faleceu. ‘Os médicos explicaram que ele tinha muitos ferimentos na cabeça e que o baço foi rompido, então podemos concluir que bateram nele. Estamos revoltados, é muita crueldade com uma pessoa’, desabafa Natália.

Bullying

Na época do crime Natália contou a reportagem do Portal ORM que Eduardo era uma criança reservada, quieta e que tinha poucos amigos. Ele já havia relatado aos familiares sobre problemas na escola com outros, e que não pretendia retornar mais as aulas. Há um mês ele tinha contado para avó que sofreu agressões dentro da escola. A direção do estabelecimento, segundo Natália, não havia feito nada sobre a situação. ‘Nós acreditamos que ele sofria bullying e estava tão ameaçado com a história que não falava nada para ninguém. Era um menino magro, frazino, estudioso e que não oferecia resistência a ninguém. Queremos justiça’, finaliza a auxiliar de enfermagem.

Fonte: ORM/News

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