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Segundo a organização, cerca de 400 pessoas ato.

Manifestantes vão às ruas contra o presidente interino Michel Temer

Caminhada conta com cerca de 400 pessoas e começou às 10h.
Entre as reivindicações estão a permanência do Pronatec, ProUni e Fies.

Segundo a organização, cerca de 400 pessoas  ato.
Segundo a organização, cerca de 400 pessoas ato.

Cerca de 400 pessoas realizam um ato na manhã deste domingo (29), em Belém, contra as ações do presidente interino Michel Temer e de projetos de lei no Congresso Nacional. A caminhada começou por volta das 10h e saiu da escadinha do Cais do Porto, na avenida Boulevard Castilho França com direção a Praça da República.

Segundo a carta manifesto publicada em uma rede social pela organização do evento, a iniciativa busca “lutar pela manutenção das conquistas, que estão sendo ameaçadas pelo governo Temer”.

Mulheres participam com cartazes onde defendem o direito sobre as decisões quanto aos seus corpos.
Mulheres participam com cartazes onde defendem o direito sobre as decisões quanto aos seus corpos.

Entre as pautas de reivindicações estão: o retorno imediato do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, com planejamento e execução de políticas públicas voltadas para segmentos vulneráveis da sociedade brasileira.

A garantia de políticas voltadas à população LGBT no Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos; a garantia do direito das mulheres sobre seus corpos; permanência das vagas do Pronatec, ProUni e Fies; e garantia da discussão sobre gênero e sexualidade nas escolas.

A execução da Política Nacional de Saúde Integral de População LGBT está entre as pautas de reivindicação os manifestantes.
A execução da Política Nacional de Saúde Integral de População LGBT está entre as pautas de reivindicação os manifestantes.

Saúde
Entre as reivindicações quanto à saúde, estão: a manutenção do Sistema Único de Saúde (SUS) conforme preconizado pela Constituição Federal “A saúde é direito de todos e dever do Estado” e em seus princípios básicos (universalidade, integralidade, equidade, descentralização e controle social); e real e adequada execução da Política Nacional de Saúde Integral de População LGBT.

Programa sociais e ministérios
Sobre os programas sociais, os manifestantes pedem a garantia do Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida; das cotas para pessoas com deficiência, negras e negros, indígenas e quilombolas, mantendo a proposta de reserva de vagas também para as pós-graduações, conforme portaria do Ministério da Educação assinada antes do afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

Quanto aos ministérios, ampliação e democratização das políticas culturais no Brasil no recriado Ministério da Cultura; garantia da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) enquanto comunicação pública e ainda garantia da demarcação de terras quilombolas.

Protesto contra do Congresso Nacional
Segundo a organização, a pauta não se restringe somente ao executivo federal, mas também ao Congresso Nacional. Para isso, é exigido o arquivamento do Projeto de Lei 5069/2013, de autoria de Eduardo Cunha, que legisla com punições ações sobre aborto.

Arquivamento também do Projeto de Lei 6033/2013, de autoria do mesmo Eduardo Cunha, que pretende revogar a Lei nº 12.845, que garante atendimento obrigatório e integral de pessoas vítimas de violência sexual; arquivamento do Projeto de Lei 867/2015, que pretendam instituir um “Programa Escola sem Partido”, segundo o qual a educação nacional deve ocorrer de acordo com o princípio da neutralidade política e ideológica.

Arquivamento da Proposta de Emenda à Constituição 215/2000, que legisla sobre a demarcação de terras para os povos indígenas e quilombolas e para unidades de conservação; arquivamento do Projeto de Decreto Legislativo 395/2016, que pode suspender o Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016, que autorizou uso do nome social por pessoas trans na âmbito da administração pública federal.

Fonte: G1

 

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