A huge collection of 3400+ free website templates JAR theme com WP themes and more at the biggest community-driven free web design site
Home / Notícias Aliança / Forças Armadas vão às ruas contra o Aedes aegypti

Forças Armadas vão às ruas contra o Aedes aegypti

Só no Pará, mais de 9 mil militares vão atuar em oito municípios

Aproximadamente 9.500 militares da Marinha, Exército e Aeronáutica participarão, hoje (13), da ação de combate ao mosquito Aedes aegypti em todo o Estado do Pará. O efetivo irá às ruas para distribuir material impresso com orientações para que as pessoas se livrem dos criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. A programação contará com a participação do governador Simão Jatene; do ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Moysés Simão; do comandante militar do Norte, general-de-Exército Carlos Alberto Neiva Barcellos; do comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva; do comandante do I Comando Aéreo Regional (I Comar), major brigadeiro Paulo Borba, (Comandante do I COMAR), secretários de Estado e outros gestores públicos.

A ação faz parte do Dia Nacional do Esclarecimento. A população receberá orientação sobre como evitar os focos do mosquito. Em Belém, haverá postos fixos nas praça Batista Campos, Brasil e da República. Nesses logradouros serão montadas barracas que terão profissionais da área médica. Também está prevista exibição de material áudiovisual educativo, espaço para que a população visualize em um microscópio as larvas do mosquito e uma pista de combate à dengue.

De acordo com a organização do evento que envolverá os militares das três forças, também serão realizadas ações de conscientização no Museu Paraense Emílio Goeldi, Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves, shoppings Boulevard, Pátio Belém, Bosque Grão Pará e Castanheira; Terminal Rodoviário, Aeroporto Internacional de Belém (Val-de-Cans), Mangal das Garças, Mercado Ver-o-Peso e Estação das Docas.

Além de Belém, os militares atuarão nas cidades de Marituba e Benevides, na Grande Belém; Itaituba, Marabá, Santarém e Tucuruí. A distribuição do efetivo foi feita considerando as cidades com maior incidência das doenças transmitidas pelo mosquito e municípios que contam com organizações militares instaladas.

Ainda conforme a coordenação da ação, serão envolvidos militares do 4º Distrito Naval (4º DN), Comando Militar do Norte (CMN) e I Comando Aéreo Regional (I Comar), que usarão a grande quantidade de seu material disponível, no intuito de contribuir de forma efetiva no combate ao mosquito transmissor das doenças.

Assim, a principal ação será de conscientização da população. Os militares já estão visitando as residências e estabelecimentos comerciais, onde buscam o contato com os responsáveis pelos imóveis para prestar esclarecimentos quanto aos procedimentos para evitar focos do mosquito, por meio da distribuição de panfletos educativos. Ao mesmo tempo, orientam as pessoas sobre a importância da participação de todos na campanha.

Também será feito o levantamento de locais com possíveis criadouros do mosquito (terrenos abandonados com lixo, edificações desocupadas, caixas d’água, etc) e a comunicação da sua localização às autoridades de saúde.

Atenção

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), são mais de 1.750 militares da Marinha que atuam junto ao órgão, no combate ao mosquito Aedes aegypt. Bernardo Cardozo, coordenador de combate a endemias da Sespa, informou que cerca de 400 homens da Aeronáutica contribuem nas ações. Disse que também há 600 agentes de saúde atuando só na capital, porém, diante do quadro que o país se encontra, esse número é muito baixo e que o ideal seriam pelo menos 1.600, daí a necessidade de contar com as Forças Armadas. “Belém concentra a maior parte das ações por representar 40% da população do Estado. Entretanto, outras cidades grandes como Marabá e Altamira, também estão recebendo atenção. Para os próximos dias, nossas ações vão chegar a Breves, no Marajó”, disse o coordenador da Sespa.

Essa parceria da Sespa com a Marinha, conforme informou Bernardo Cardozo, deve durar pelo menos seis meses, tempo previsto para o período chuvoso do Estado. Porém, ao completar três meses de ações, será feita uma avaliação dos trabalhos para então montar um novo cronograma de atuações.

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) irá repassar a seus dirigentes de 103 sindicatos, federações e associações no Estado orientações de combate ao Aedes aegypti. Essa central sindical representa mais de um milhão de trabalhadores dos setores de comércio, rodoviários, técnicos de enfermagem, bares, restaurantes, hotéis, turismo, construção civil pesada, cemitérios e funerárias, pescadores, vigilantes.

Fonte: ORM//News

208 Total Views 2 Views Today
Compartilhe com seus amigos!
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Verifique

Veja :Polícia prende dois homens acusados de fabricação de armas de fogo caseiras

A Polícia Civil prende em Novo Repartimento, no sudeste do Pará, dois homens responsáveis por …

Comentários no Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *