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Coronel mentiu para inocentar Zenaldo sobre PSM

destaque-345561-destaque-339402-dp25062015_cr_0865O comando do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) do Pará foi omisso em relação aos graves problemas encontrados ainda em 2014 no Hospital Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti (PSM da 14). Após o incêndio, ocorrido no dia 25 de junho passado, o CBM tudo fez para livrar o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho da responsabilidade pela tragédia, que completou 3 mês na sexta-feira passada. E hoje, mais de 90 dias após o episódio que provocou a morte de três pessoas, o prefeito nada fez para resolver o problema da saúde na capital. Zenaldo, aliás, pode ser acusado de homicídio culposo, pelas mortes dessas três pessoas, crime cuja pena pode chegar a 20 anos de prisão

A tragédia levou o promotor militar Armando Brasil a investigar o caso, com base em reportagem do DIÁRIO, que denunciava uma armação entre o governador Simão Jatene e o comandante-geral do CBM, coronel Nahum Fernandes, para fraudar o laudo dos Bombeiros sobre o episósio, com o objetivo de inocentar Zenaldo. Ontem, após quase 3 meses de trabalhos, o promotor militar concluiu o processo. E as acusações contra autoridades do Estado são graves e podem levar muitos à prisão.

De acordo com o Procedimento Investigatório Criminal (PIC), instaurado pelo Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e Corrupção do Ministério Público (MP) e acompanhado pela Promotoria Militar do Estado (PME), os oficiais do CBM cometeram dois erros. Primeiro, ao não exigir que a Prefeitura resolvesse problemas encontrados durante uma vistoria feita em janeiro de 2014 no PSM da 14. Segundo, ao atuarem nos bastidores, segundo o MP, para evitar que Zenaldo fosse responsabilizado pela tragédia.

DEPOIMENTOS

Para isso, teriam mentindo em depoimento e omitido informações em documentos públicos. Para chegar a essas conclusões, os promotores avaliaram documentos, fizeram análises técnicas e ouviram testemunhas, incluindo o secretário de Saúde de Belém, Sérgio de Amorim e o prefeito Zenaldo Coutinho. Os depoimentos mais esclarecedores, contudo, vieram de oficiais do CBM, subordinados ao alto comando, e dos técnicos da empresa Persan Engenharia, responsável pela manutenção dos aparelhos de ar-condicionado do PSM da 14. O laudo do CBM constatou que o incêndio começou em um desses aparelhos do hospital.

Para os promotores, o técnico da Persan, Anderson Castro contou que, em pelo menos sete ocasiões, entre 1º de maio e 14 junho (mês do incêndio), alertou a direção do PSM para a precariedade do sistema elétrico e da sobrecarga dos aparelhos de ar. Aliada às fiações elétricas irregulares, essa sobrecarga poderia levar a curto-circuitos e incêndios. Cópias das ordens de serviço com esses alertas foram entregues ao MP. Os avisos, porém, foram ignorados por Zenaldo.

Na conclusão do inquérito, o promotor Armando Brasil denuncia quatro oficiais do CBM, entre eles o coronel Nahum Fernandes e o diretor de Serviços Técnicos, coronel Geraldo Menezes. Também foram denunciados o major Charlyston Wytting de Souza e o tenente Alex Larceda, responsáveis pelo laudo que apontou as causas do incêndio.

Governo agiu para fraudar documento.

Fonte: Diário do Pará

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