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Casos de leishmaniose preocupam os moradores de Marabá, PA

Este ano, 4 pessoas morreram vítimas da doença e 19 estão em tratamento. Agentes de endemias fazem a borrifação contra o mosquito transmissor.

leishmaniose_canina-300x225A população de Marabá, no sudeste do Pará, está preocupada com os casos de leishmaniose em humanos. Em 2015, quatro pessoas morreram vítimas da doença e 19 estão em tratamento, sendo que no ano passado não houve registro da doença. Segundo o departamento de vigilância em saúde do município, de janeiro a julho, 400 cães já foram diagnosticados com laishmaniose.

Agentes de endemias e homens do Exército estão indo de casa em casa para fazer a borrifação contra o mosquito-palha, transmissor da leishmaniose viceral. O cachorro é o principal hospedeiro da doença, que quando transmitida para humanos provoca infecção e o crescimento do baço.

A borrifação está sendo feita nos bairros com o maior índice da doença, que são: Nossa Senhora Aparecida, Araguaia, o Km 7 e a Folha 6, todos na Nova Marabá. Cerca de 2.500 residências já receberam a aplicação do veneno que mata o mosquito transmissor da leishmaniose.

“Nós estamos tendo muita recusa das pessoas. A gente tenta explicar o motivo da borrifação, mas as pessoas não querem”, afirma Eder Emílio Calixto, supervisor de borrifação.

“A leishmaniose viceral tem um ciclo para evolução muito rápido e a incidência em cachorros em Marabá é muito alta. Então, a gente já tinha alguns cachorros positivos para a leishmaniose canina e esse ano que os casos em humanos começaram a aparecer”, explica Fernanda Silva, diretora da vigilância em saúde.

Nos bairros onde a borrifação está sendo feita é grande a quantidade de cachorros soltos nas ruas. A dona de casa Gesilva Bahia tem dois animais e não esconde o medo da doença. “Eu fico sim muito preocupada porque a gente tem criança e é uma coisa que a gente não vê, só sente depois”, diz.

Em abril deste ano, o Ministério Público recomendou que a prefeitura adotasse medidas para combater o problema. O Departamento de Vigilância em Saúde do município informou que realiza a captura de cães, que são submeidoa a exames e caso a doença seja confirmada, o animal é sacrificado. A orientação para os proprietarios de cães é que a vacinação dos animais esteja sempre atualizada.

Fonte: G1

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