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Capitania apura denúncia de vazamento em Barcarena

Capitania apura denúncia de vazamento em Barcarena

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 4º Distrito Naval, informou ontem que a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (Cpaor) tomou conhecimento, no dia 30 de outubro, do naufrágio de um empurrador, próximo a Vila do Conde, em Barcarena, no nordeste paraense. A embarcação, batizada de “Ciclope”, está inscrita na Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (Cfaoc), subordinada ao Comando do 9º Distrito Naval, em Manaus (AM). Este empurrador estava atrelado a duas balsas. A Capitania soube do acidente por meio de denúncia feita pela praticagem da Barra do Pará

Uma lancha de Inspeção Naval da Cpaor foi enviada ao local, para coletar as informações para a apuração do fato. Na inspeção realizada pela equipe da Cpaor, naquele momento, não foi constatado indício de poluição do meio hídrico e, segundo informações do denunciante, não houve vítimas. A Cpaor está efetuando contato com os proprietários da embarcação e da balsa, ambos com sede em Manaus .

Ontem, uma equipe de militares da Cpaor foi para o local, a fim de fazer uma varredura em busca de indícios de poluição hídrica. A Marinha do Brasil ressalta a importância da população participar ativamente nesse esforço de fiscalização, informando qualquer situação que possa afetar a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e vias navegáveis ou que represente risco de poluição ao meio hídrico, por meio dos telefones: Disque Segurança da Navegação 0800-280-7200 ou (91) 99114-9187 (Whatsapp).

Na manhã da última terça-feira, a equipe de reportagem de O LIBERAL esteve no local onde, segundo os pescadores, afundou o rebocador. Naquela ocasião, eles afirmaram que continuava vazando óleo diesel da embarcação. Era possível ver o óleo na superfície, cujo cheiro, embora o acidente tenha sido domingo, era muito forte. Segundo eles, aquele óleo era oriundo da embarcação. Conforme pescadores e moradores da região, o acidente ocorreu por volta das 9 horas. O rebocador – que, ainda de acordo com as informações disponíveis, tinha 70 mil litros de óleo – transportava duas balsas.

Os pescadores que acompanharam a reportagem foram Antônio Carlos Rodrigues de Sousa, 44 anos, e José Roberto Matias Cardim, 40, que moram na Vila do Conde, em Barcarena. Da Vila do Conde até a provável área do acidente, uma vez que não havia coordenadas exatas do local do acidente, é uma hora de barco. Segundo eles, o desastre ocorreu em uma região que fica entre a Albrás e a Bunge, em uma parte do rio que tem aproximadamente 40 metros de profundidade. “Olha o óleo diesel brilhando na água”, disse Antônio Carlos, que também é pastor e mais conhecido como Carlinhos. “É o óleo do rebocador que está vazando”, completou. “Chega está fedendo”, acrescentou José Roberto, conhecido como Preto. “Como a maré está ‘correndo’, o óleo boia longe”, disse Preto.

Eles afirmaram que o óleo diesel afasta o peixe, dificultando, ainda mais, a vida dos pescadores, que dependem da pesca do peixe e do camarão para a sua sobrevivência. “O peixe tem que respirar coisa limpa. É igual o ser humano. Com isso, ele não vai ficar aqui. Vai procurar outras áreas”, afirmou Carlinhos. Seu colega de profissão completou: “Quando a gente mergulha, e tem contato com a água, dói a vista da gente por causa desse óleo”.

Fonte: ORM/News

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