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Cão batizado de ‘Rotam’ recebe ajuda de policial militar em Belém

Animal foi abandonado no campus da UFPA após a morte da dona.
Cão recebeu nome por sua pelagem ser parecida com a farda dos militares.

Cão batizado de ‘Rotam’ recebe ajuda de policial militar em BelémO cachorro “Rotam” ganhou o nome por ter um pelo preto e branco, as mesmas cores usadas pela Ronda Tática Metropolitana da Polícia Militar de Belém. Abandonado próximo ao campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) há cinco anos, o animal apareceu doente e, após uma postagem nas redes sociais, foi ajudado pelos seus “companheiros de farda”, que lhe levaram remédios.

A ajuda chegou após a postagem ser visualizada pelo sargento Euclides Aragão, que já tinha ouvido falar do cachorro Rotam. “Minha filha estuda na universidade e uma vez comentou sobre um cachorro que tinha tentado morder ela, com nome Rotam. Minha esposa viu na internet o caso e resolvi ajudar”, conta Euclides, que está na PM há 18 anos, sendo 4 destes atuando na Rotam.

O sargento se sensibilizou com a história de vida do Rotam, e acredita que o nome do animal, além da cor da pelagem, se deva ao comportamento dele. “Ele tem um histórico de maus tratos e, por isso, ficou agressivo. Algumas pessoas colocaram o nome também porque têm essa imagem de que a polícia chega batendo. Mas não é isso. As pessoas só falam o lado ruim, somos humanos”, ressalta o sargento, que quebra o estereótipo através do exemplo de solidariedade.

Cão 'Rotam' recebeu o nome em homenagem aos policiais militares. (Foto: Divulgação/ Peludinhos da UFPA)
Cão ‘Rotam’ recebeu o nome em homenagem aos policiais militares. (Foto: Divulgação/ Peludinhos da UFPA)

Abandono
Segundo a ONG Peludinhos da UFPA, que cuida dos animais que vivem no campus universitário, Rotam tinha um lar e era cuidado desde filhote por uma senhora. Quando ela morreu, ele ficou dias em frente a casa onde vivia, tentando entrar. De acordo com a ONG, porém, os filhos da mulher não permitiram que o cão voltasse para casa, e ele fugiu para a instituição.

“Ele foi rejeitado pelos filhos da dona dele, que morreu. Já na universidade, ele passou a reagir a movimentos bruscos e morder quem o agredia. O Rotam já foi envenenado e jogado no rio. Uma voluntária o tirou de lá e tratou dele. Hoje ele é o cão mais polêmico da UFPA, pois muitas pessoas o temem e outras o adoram por entender que ele é vítima dos humanos”, conta a voluntária da ONG, Elizabete Pires.

Fonte: G1

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