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Breves lidera em casos da doença de Chagas no Pará

Cuidados redobrados podem ser a saída para enfrentar risco de contaminação

O município de Breves lidera, com 45 casos, a incidência da doença de Chagas no Pará, que teve confirmadas 127 ocorrências este ano. O número representa 35,43% do total. Em seguida aparecem Igarapé-Miri, com 14 casos, Abaetetuba (12); Belém (9); Santarém (8); Bujaru (6); Barcarena (6); Limoeiro do Ajuru e Cametá, com 4 cada); Curralinho e  Oeiras do Pará (3 em cada); Muaná e Moju (2 em cada) e Bragança, Ananindeua, Novo Repartimento, Anajás, Tucuruí, Viseu, São Sebastião da Boa Vista, São Miguel do Guamá  e Bagre (1 em cada).

A suspeita de que outros alimentos, além do açaí – como a farinha de mandioca e de tapioca, frutas, sucos de frutas, chopps (sacolés), picolés e quaisquer outros frutos e alimentos -, possam causar a doença já preocupa comerciantes e consumidores. “Precisamos ficar alertas para os demais alimentos. Não podemos, por falta de higiene, contrair uma doença crônica tão grave que pode afetar o coração e o cérebro, que pode matar e só é tratável na fase inicial e com 80% de chance de cura”, disse a coordenadora do Programa de Doença de Chagas do Hospital Universitário João de Barros Barreto, a cardiologista Dilma de Souza. Segundo ela, a espécie de barbeiro mais comum na região amazônica é a que causa problemas cardíacos.

Breves lidera em casos da doença de Chagas no Pará

Jarbas Bulhões, chefe da Divisão de Alimentos do Departamento de Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), esclareceu que a fiscalização desses produtos é feita no processo de licenciamento dos estabelecimentos e  que a Secretaria de Economia do Município atua diretamente nas feiras. “Como muitos desses produtos vêm do interior do Pará e de fora do Estado, nossa orientação pra quem comercializa é que sejam acondicionados de forma correta”, explicou. Ele lembrou a necessidade de higienização e limpeza das frutas, com lavagem em água corrente, assim como legumes e verduras.

O vendedor de farinha Aldo Monteiro, de 64 anos, que trabalha no ramo há 32 anos, pensa que a solução para o risco é ampliar os cuidados. “Eu confio no transporte da farinha que compro, vem do interior bem embalada. Antes as sacas eram mais frágeis, agora a farinha vem embalada com sacos plásticos fortes. Na banca tenho muito cuidado e com essa notícia vou ter mais cuidado ainda”, garantiu o comerciante, que compra farinha uma vez por semana.

Fonte: ORM/News

 

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